Scalp e cateter periférico: você sabe qual é a diferença e quando utilizá-los?

A utilização do dispositivo de infusão intravenosa, o scalp, é composto de agulha, acoplada a uma aleta para empunhadura (apelidado de butterfly) que, por sua vez, está ligada a uma mangueira extensora que tem um conector 6% luer onde se conecta a seringa ou equipo para a administração da medicação.

Essa extremidade vem com uma tampa de proteção que deve ser removida no momento em que a medicação será infundida. Como esta tampa serve apenas para proteção e não para vedação, os profissionais de enfermagem heparinizavam o dispositivo para evitar coágulos e obstruções no caso dos pacientes que necessitavam permanecer com o acesso por um período prolongado. Além disso, havia o risco de vazamento de sangue, o que aumentava muito o risco de contaminação no paciente e no profissional.

Diante disso, houve uma grande necessidade de desenvolver um produto que pudesse permanecer no acesso do paciente por um período prolongado sem causar edema local, eritema ao redor do sítio de inserção, incômodo, vazamento de sangue e formação de coágulos, dando ao paciente maior mobilidade com menor risco de perda do acesso e diminuição dos riscos de contaminação, além de facilitar o trabalho dos profissionais de enfermagem e diminuir o número de inserções no paciente.

Os cateteres venosos periféricos proporcionam maior conforto e segurança aos pacientes e aos profissionais. Eles são recomendados na utilização por períodos prolongados ou que exijam a administração de medicamentos com maior risco de causar inflamações nas veias ou lesões na pele do paciente. E também no caso de extravasamento, quando podem causar contaminação do profissional, como no caso das medicações quimioterápicas.

A agulha é confeccionada em aço inoxidável com bísel trifacetado com a finalidade de perfurar a pele até chegar ao acesso venoso, preservando a integridade do cilindro, evitando que ele se dobre ou se quebre até chegar ao vaso.

Portanto, o scalp deve ser utilizado para administração imediata de medicação, onde não há necessidade de se manter o acesso no paciente. Já o cateter deve ser empregado para utilização intermitente de fluídos, onde há a necessidade de se manter o acesso no paciente por um período prolongado.

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