Seringas para coleta de sangue hospitalar

As Seringas para coleta de sangue pertencem ao grupo de material para laboratórios mais utilizados e familiares aos pacientes. Nas seringas os medicamentos são preparados e administrados. Elas são constituídas por embolo (área puxada e empurrada para aspirar e injetar, respectivamente), cilindro (onde o líquido fica) e bico (onde é a agulha é conectada).

Em relação a capacidade qualquer distribuidora de material para laboratórios comercializa os padrões 1 ml, 3 ml, 5 ml, 10 ml, 20 ml e 60 ml.  Além de servirem como suporte para medicamentos intravenosos, as seringas também são empregadas nos exames de sangue. Saiba quais são as características das seringas para coleta de sangue hospitalar.

Seringas para coleta de sangue venoso

O sistema de coleta de sangue à vácuo é bastante empregada atualmente. Facilidade para pacientes com “veias grossas” e a praticidade de realizar múltiplas coletas com apenas uma punção justificam seu emprego.

Entretanto, a tradicional coleta de sangue com material para laboratórios tradicionais como seringas e agulhas não foi abolida, mesmo com o perigo de perfurações. O motivo da persistência desse método é o caráter essencial das seringas e agulhas nos estabelecimentos de saúde.

Para a coleta de sangue venoso são usadas as seringas hipodérmicas. 

As graduações são 5 ml (escala de 0,2) 10 ml (escala de 0,2)ou 20 ml (escala de 1 ml). Em relação às agulhas, unidades utilizadas são o milímetro e o Gauge (G) (unidade de medida inglesa). O modelo adotado é o bisel bifacetado ou trifacetado com tratamento de silicone.

Em pacientes com veias de grosso calibre, as chamadas “veias grossas” são usadas agulhas 21 x 0,8 mm, já os pacientes com veias de médio calibre, as “veias finas” exigem agulhas 22 x 0,7 mm.

Cuidados com seringas para coleta de sangue hospitalar

Certifique-se com a distribuidora de material para laboratórios a embalagem em invólucro para conservação da esterilidade. Observe também se o revendedor comercializa produtos que seguem as normas RDC 3/2011, 4/2011 e 5/2011 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Estão entre as resoluções a necessidade de registro, classificação e proibição de reaproveitamento. Como as seringas são de uso único, alguns fabricantes de material para laboratórios desenvolveram um sistema que coíbe a reutilização das seringas descartáveis.

O método que atende a Lei 9273 aprovada em 03 de maio de 1996 consiste na quebra da haste da seringa. Verifique produtos com esse sistema em seu fornecedor de material de laboratório em Santa Catarina. Conhecer as seringas para coleta de sangue hospitalar garante a segurança de profissionais e pacientes. Confira em nosso site outros conteúdos sobre segurança em saúde e mais sobre material de laboratório em Santa Catarina.

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